Aparentemente dormir é como morrer. Digamos um ensaio constante para a morte. Porém toda vez que adormecemos, depois necessáriamente, acordamos nos sentindo muito bem, completamente relaxados ou não. Quando estamos dormindo a nossa alma liberta-se temporáriamente do nosso corpo. Mas é uma liberdade semelhante a de um pássaro que sai da gaiola mas, tem o pé preso a um fio que não o deixa afastar-se da prisão. Também a alma fica prisioneira do corpo físico por uma espécie de fio fluídico. Uma vez, em limitado período de liberdade, a alma encontra-se com outras almas (das pessoas também adormecidas) e de espíritos outros, isto é , dos desencarnados.
Tais encontros normalmente ocorrem incessantemente, enquanto dormimos quer seja de noite ou de dia. Desses encontros e reencontros (classificados por nós como sonhos) resultam muitas situações e oportunidades para especiais realizações que venhamos a tomar, quando despertarmos. Porém muitas vezes, ao regressarmos ao nosso corpo físico esquecemos parcial ou totalmente do que vimos, ouvimos e agimos durante a excursão. E procederemos então, segundo o nosso livre arbítrio.
Tais encontros normalmente ocorrem incessantemente, enquanto dormimos quer seja de noite ou de dia. Desses encontros e reencontros (classificados por nós como sonhos) resultam muitas situações e oportunidades para especiais realizações que venhamos a tomar, quando despertarmos. Porém muitas vezes, ao regressarmos ao nosso corpo físico esquecemos parcial ou totalmente do que vimos, ouvimos e agimos durante a excursão. E procederemos então, segundo o nosso livre arbítrio.
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