terça-feira, 27 de julho de 2010

102-(27/07/10)- A MORTE NÃO É O "DESCANSO ETERNO"

Quando estamos encarnados, podemos considerar que usamos máscaras, qual um ator de teatro. Durante a existência terrena ( o palco onde o drama se desenvolve), atuamos também com livre-arbítrio, no desempenho do papel adequado, que nos coube. Quando se morre, as máscaras são tiradas e nos revelamos, tal como realmente somos. A finitude não nos isenta do mal, que tenhamos praticado no Mundo, nem nos transforma em anjos nem santos! Por outro lado, a morte não é o "descanso eterno", conforme se apregoa! Em se chegando ao plano espiritual, após as recepções de acordo com os nossos merecimentos (casos específicos) seremos encaminhados aos setores convenientes às nossas situações. E o que nos aguarda? Muito trabalho voluntário (ou decretado), para evoluírmos. Que mérito, que proveito teríamos ficando por lá, eternamente, em postura estática"descansando" ? Aí, sim, seria a verdadeira morte! Voltar-se ao Nada Absoluto! Deus nos livre do tal "descanso eterno"!!!

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