Socrates(470-399a.C) filósofo grego, condenado a tomar cicuta, um veneno letal, em suas reflexões finais de aceitação diante da morte: "Porque morrer é uma ou outra destas duas coisas: ou o morto não tem absolutamente nenhuma existência, nenhuma consciência do que quer que seja, ou, como se diz, a morte é precisamente uma mudança de existência e para a alma uma migração deste lugar para outro." (E aos seus juízes declarou:) De duas coisas uma: ou a morte é uma destruição absoluta, ou ela é a passagem de uma alma para outro lugar. Se tudo deve se exterminar, a morte será como uma dessas raras noites que passamos sem sonho e sem nenhuma consciência de nós mesmos. Mas se a morte não é senão uma mudança de morada, a passagem para um lugar onde os mortos devem se reunir, que felicidade nele reencontrar aqueles a quem se conheceu! Meu maior prazer seria o de examinar de perto os habitantes dessa morada, e de aí distinguir como aqui, aqueles que são sábios daqueles que crêem sê-lo e não o são. Mas é hora de nos deixarmos, eu para morrer , vós para viver".
(Veja O Evangelho segundo o Espiritismo-(Allan Kardec)- Introdução - cp.IV-Sócrates e Platão-
Precursores da Idéia Cristã e do Espiritismo - Resumo da Doutrina - parágrafo XI ).
Nenhum comentário:
Postar um comentário