sábado, 20 de fevereiro de 2010

22 – (13/02/10) CONSIDERAÇÕES sobre o CARNAVAL - “Carnevale"

Suas raízes encontram-se em Roma e Grécia antigas, com as festividades periódicas do Paganismo em honra aos deuses mitológicos: Baco (nas Bacanálias) e Saturno (as Saturnálias) etc. Celebrações com rituais, danças, canções, comidas, oferendas, bebidas inebriantes preparadas com uvas (vinhos) etc e consequentemente ao lado da euforia e embriaguês, ocorrendo muitos desregramentos morais. Na Itália, com o tempo, tais festejos adquiriram novas expressões (modismos), com o uso de máscaras, fantasias, desfiles, bailes etc (por ex. o Carnaval de Veneza). Em Portugal antigo, o carnevale recebeu o nome de “entrudo”. Dia em que o povo entregava-se às brincadeiras de mau gosto, pregando peças uns aos outros (jogando-se água suja, pós coloridos, lixo etc.) Em parte da Índia ainda existe um costume irreverente: em um dia consagrado a uma “divindade” leviana, as pessoas não devem sair de casa bens vestidas (mas, sim em andrajos) sob pena de sofrerem as “brincadeiras” dos foliões. (Afinal em várias crenças deste nosso mundo, existem os deuses sérios e os levianos). Neste milênio, são características do carnaval elementos culturais locais e sincréticos, apresentando um dos maiores espetáculos coreográficos do mundo, nos grandes palcos do Teatro do Asfalto.

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