quarta-feira, 28 de agosto de 2013

217 - O PAVOR DA MORTE

1  - Diante do noticiário trágico  diário, é compreensível o pavor que  causa o fenômeno da  morte.
      Argumenta   alguém:   " Não é realmente espantoso que a idéia da morte  que deveria ser, aliás
a mais perfeita   e a mais luminosa das nossas idéias, sendo a mais  constante e a mais inevitável de todas,   é afinal a mais doentia e a mais atrasada?" ( Macterlinck).
2 -  A imortalidade da alma já passou da esfera da fé para a da investigação, afirmando-se como realidade incontestável.
3 - O nascimento é, em geral esperado e recebido com alegria, ao passo que a morte , com angústias e lágrimas.  No entanto, esses dois acontecimentos   que provocam  consequências  e  emoções    tão  opostas,  estão  de tal modo  identificados, que um é   o  complemento do outro.
4 - Que  sucede  quando a criança nasce?  Nada mais  do que a encarnação de uma alma. É o fenômeno da humanização, visto como é o Espírito colhido e enredado  na trama da matéria.  Melhor dizendo:
quando morrermos , renascemos    no Mundo Espiritual E, por outro lado, quando nascemos na Terra,    morremos para o outro Mundo.  Um fato é sempre consequência do outro.
5  - A data   do nosso nascimento aqui no Planeta é também a mesma  da nossa "morte"  do Plano Espiritual. 
6-  Com bastante reflexão, perdoando a pobreza do nosso esclarecimento, entenderemos afinal.
     ( Não devemos desejar nem provocar nossa morte mas, aceitá-la resignadamente, quando chegar  a  hora já programada lá no  Plano Espiritual.  Falar é fácil...mas  refletir não é difícil !)

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