sábado, 2 de abril de 2011

34 - O LIVRE ARBÍTRIO no SUICÍDIO e ASSASSÍNIO

1 - O Suicídio (ou auto-assassinato) e o Assassinato propriamente dito, não são exemplos de "castigos de Deus", resgates, para o Espírito (o Homem) encarnado. Pois ninguém nasce destinado a se suicidar, ou a assassinar alguém. Tais atitudes são, exclusivamente, resultados do livre-arbítrio que Deus concedeu ao ser humano. (Pois, Deus jamais castiga!!!)

2 - A "punição Divina" para o assassino é a de voltar à vida terrena (reencarnar), convivendo lado a lado, com quem assassinou, pelos laços da consanguinidade (parentesco), dedicando-lhe Proteção, Respeito e Amor. ( Haverá condição mais piedosa, misericordiosa, mais sublime ???)

3 - Quanto ao assassinado (a vítima) caberá perdoar, verdadeiramente o seu algoz. Mas... como conseguirá conviver com quem tanto mal lhe fez?

A Benção Divina do Esquecimento completo da Vida anterior (trauma por ter sido assassinado), levará a Alma ao exercício do Perdão, e ao relacionamento equilibrado, em companhia do antigo inimigo.

4 - Já o suicida voltará ao cenário terreno ( na condição de enfermo do corpo e da alma) para pagar pelo pecado de ter interrompido a própria Existência, em um gesto tresloucado de tanto desespero e desequilíbrio. Além de ser portador de cruéis enfermidades (crônicas, anomalias, mutilações etc) e sofrimentos morais, para sobreviver.


5 - A pobre Alma, julgando-se livre dos problemas da vida, através do suicídio, piora muito mais a sua situação, aumentendo o seu débito perante a Justiça Divina!

( Veja questões: 943 até 957- Suicídio e 746 a 751-Assassínio- in "O Livro dos Espíritos" ( Allan Kardec).

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