Na região do planalto do Pamir (5.ooo), fronteira do Afeganistão com a Russia, na Ásia Central (região de muito frio e pouco sol), floresceu um povo de pele branca (homo-sapiens) denominado de Ariano. Há 10.000 antes de Cristo, partiram os Arianos primitivos em grupos distintos errantes , pelas planícies e montanhas desérticas, (sem objetivos, sem esperanças, sem registros históricos verbais, nem religião, violentos, revoltados, insubmissos), não eram humildes nem resignados. Na verdade eram espíritos condenados, reencarnados (imigrantes de outro planeta) que guardavam em seus íntimos, a lembrança do seu Mundo perdido ( em face das infrações contra as Leis Divinas) e sofriam vagando, em busca de espaço, agindo com selvageria, por onde passavam. Esses seres degredados , com uma saudade torturante do seu antigo Paraíso, contudo, deram origem às muitas expressões de progresso, às civilizações antigas, às quais se misturaram, pelo caldeamento e também pelas sucessivas reencarnações.
Os troncos genealógicos da Família Indo-Européia descendem dessa Raça Ariana, que misturou-se às tribos selvagens da Europa, bem como da Índia, do Egito e entre o povo Israelita.
( Para maiores esclarecimentos vide "A Caminho da Luz" cap VI - A família Indo-européia - as Migrações sucessivas - ( Emmanuel- Francisco Cândido Xavier)
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