Deus sumamente justo e misericordioso, não quer o aniquilamento do homem pecador, mas que este se converta abandonando o mau caminho e reviva praticando o Bem! Se o dogma dos sofrimentos eternos fosse real, Paulo de Tarso, Agostinho ( e tantos outros convertidos, que foram canonizados pela Igreja), não teriam vislumbrado as luzes celestiais, caso morressem, antes da realização do progresso moral, o qual todas as almas podem alcançar. A conversão de Paulo, na estrada de Damasco, comprova o argumento ora exposto. O dogma das penas eternas é incompatível com a lei do Progresso Espiritual. O Espírito progride incessante e moralmente, quer esteja encarnado ou não. O Homem é o resultado das próprias obras, durante a vida terrena e depois da morte (sem privilégios!). Porém a sua Alma não está destinada a sofrer, eternamente, conforme é pregado: "...no fogo do inferno!"
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