A teoria da Reencarnação é encontrada em todas as crenças e religiões antigas. No Judaísmo, é denominada Ressurreição. No Cristianismo, pregada pelo próprio Jesus (vide NT Mateus cap. XVII v. 10 a 13 e Marcos cap. IX, v. 11, 12, 13) quando disse aos discípulos e a Nicodemos: "Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo" e ao garantir que o Profeta Elias havia voltado (reencarnado) como João Batista. Mas, através do tempo, essa afirmação foi sendo interpretada segundo as conveniências dos líderes religiosos e políticos, alterando o seu sentido verdadeiro. Até a época em que viveu o sábio Agostinho (364 a 430 d.C), a Reencarnação era pregada livremente pelo Catolicismo em todas as igrejas do oriente. Depois de Agostinho, o Imperador Justiniano (a pedido de Teodora, a Imperatriz, sua esposa, que vivia ameaçada pelos bispos, seus confessores, com futuros e severos castigos de Deus, como pagamento doloroso dos seus pecados em suas próximas vidas) proibiu rigorosamente a doutrina da Reencarnação. Todas as obras que pregavam essa norma foram revisadas e alteradas a partir de então, principalmente as obras de Agostinho, mais tarde canonizado pelo Catolicismo.
DEPOIS DE JESUS o dogma da Reencarnação continuou pregado livremente pelo Cristianismo, por todo o Mundo (justmente por ser admitido em todas as demais Crenças e Religiões do planeta desde a mais remota antiguidade.Só foi proibido pelo Concílio de Constantinopla em 553. A partir de então o termo Ressurreição dos Mortos prevaleceu.
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