O Judaísmo crê na Reencarnação só depois que o espírito completar 1.000 anos de desencarnado. Isto é, só de mil a mil anos a alma voltaria a renascer na Terra. Por isso, afirmam que Abraão voltou como outro líder, para continuar sua missão, assim como outros profetas que são citados na Bíblia; como é o caso de Elias ter reencarnado muito tempo depois como João Batista, etc. A Bíblia é um livro escrito pelos Hebreus sobre a Criação da Terra, a Povoação, a Política, a Religiosidade dos homens daquela época. É considerado também como um documentário histórico-religioso de um povo muito antigo e deve ser cuidadosamente analisado, pelo seu conteúdo, para ser empregado como diretriz moral para a humanidade. Qualquer acontecimento humano pode ser visto de vários ângulos, dando origem a várias interpretações. (A reencarnação fazia parte dos dogmas judaicos sob o nome de ressurreição). (vide no Novo Testamento: João, cap III, v. de 1 a 12 o diálogo de Nicodemos com Jesus sobre o assunto “Nascer de novo”). Quando o assunto for meditado sem preconceitos, não restarão mais dúvidas de que sob o nome de ressurreição, o princípio da reencarnação era uma das crenças fundamentais dos Judeus, confirmado pelos profetas e mais tarde por Jesus e seus discípulos de maneira formal. Refletindo bem no assunto, conclui-se que, com a chance de voltar a viver novamente, pode-se realizar muitos sonhos interrompidos, continuar a se progredir mais , reparar as injustiças cometidas, praticar-se todo o bem que se deixou de fazer, obter-se as compensações merecidas, enfim: agir-se corretamente sempre.
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